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You Found Me 18/08/2006

Posted by Rita in Dia-a-dia.
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(…)

You found me
When no one else was lookin’
How did you know just where I would be?
Yeah, you broke through
All of my confusion
The ups and the downs
And you still didn’t leave
I guess that you saw what nobody could see
You found me
You found me

(…)

(You found me)
(When no one else was lookin’)
You found me
(How did you know just where I would be?)
You broke through
All of my confusion
The ups and the downs
And you still didn’t leave
I guess that you saw what nobody could see
The good and the bad
And the things in between
You found me
You found me

(…) 

You Found Me – Kelly Clarkson 

A Verdade Sobre Medium 17/08/2006

Posted by Rita in Livros.
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Éo nome do livro que comprei hoje. Já o tinha visto antes, mas não havia tempo nem disposição para leituras. Desta vez, como já há mais disposição, algum tempo e se avizinha um fim-de-semana em casa dos meus pais, onde não há Internet nem nada dessas modernices, resolvi aproveitar a feira do livro do Continente e trazer o livro comigo. Afinal, para uma fã de Medium como eu, que se poderia esperar? Afinal, para quem fez a passagem de ano a comer camarão, beber champanhe e ver Medium (sim, é verdade!!), nada de surpreendente.

Tenho o livro aqui ao lado mas estou desesperadamente a tentar não lhe pegar. É que eu leio muito depressa e o livro não é nenhum calhamaço, e se lhe pego ainda corre o risco de não durar até ao fim-de-semana!.. 

Como é óbvio, nada de resistências sobre-humanas… já desfolhei o livro. Nas primeiras páginas encontrei uma frase de que gostei muito, apesar de ainda não ter lido nada sobre o capítulo que encabeça. Por isso, antes de partir para uma noite de sono, deixo-a aqui:

Para se refutar a lei que diz que todos os corvos são pretos, basta encontrar um corvo branco. (Dr. William James)

O correr dos dias 10/08/2006

Posted by Rita in Dia-a-dia.
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Ontem estava a conversar com maridão e constatei uma coisa curiosa, nada que não seja do conhecimento geral, mas curiosa. O correr do tempo é uma coisa estranha e muito diferente para cada pessoa, e mesmo assim diferente para cada pessoa consoante as circunstâncias. Por exemplo, quando passava os dias em casa a fazer os projectos de AASM e PADI parecia-me que o tempo passava depressa demais: eu sentava-me ao computador, corrigia dois erros, fazia uma função nova e já era hora de almoço, andava sempre a lutar com o tempo. Quando estávamos a estudar para os exames, parecia-me que os dias corriam depressa demais e que a matéria nunca mais acabava, as folhas dos apontamentos nunca mais se esgotavam, um terror! Ainda por cima havia a pressão toda, ter que acabar com estas cadeiras porque eram cadeiras do 2º semestre e se tivéssemos que repetir alguma delas isso significava que não acabávamos o curso em Março e que os nossos planos iam por água baixo… Enfim, um stress dos diabos!

Agora que os exames acabaram, que despachámos todas as cadeiras teóricas e as coisas parecem correr como planeámos, o tempo parece-me correr muito mais devagar. Sento-me aqui a fazer o TFC (trabalho final de curso) e parece que a manhã corre devagarinho, calmamente. Aliás, o que eu mais quero agora é que o tempo passe depressa para que finalmente comecemos a por os nossos planos em andamento, mas agora parece que o tempo não tem pressa nenhuma.

Como eu disse, não constatei nada que não seja quase uma verdade universal… 

O dito cujo e as calças 09/08/2006

Posted by Rita in Ténis.
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Desde que eu e Kim Clijsters atamos o cabelo para jogar ténis com risco ao lado que os nossos resultados não são tão famosos como quando atávamos o cabelo sem fazer risco ao lado… Será que tem alguma coisa a ver???