Guild Wars 17/10/2006
Posted by Rita in Guild Wars.add a comment
Ontem foi uma noite de jogatana até às tantas, o que fez com que hoje não tivesse ouvido o despertador e nos tivéssemos levantado uma hora mais tarde
. Dois amigos de maridão, já num nível muito mais alto que o nosso, juntaram-se a nós e ajudaram-nos a fazer algumas missões mais complicadas.Guild Wars é um CORPG, ou seja, um cooperative/competitive online role-playing game. Como o próprio nome indica, o objectivo deste tipo de jogos é desenvolver uma personagem a nível das suas capacidades de maneira a conseguir competir com outras personagens de outros jogadores ou, caso o jogador o prefira, cooperar com outras personagens em zonas privadas do mundo. Neste momento estamos a jogar o primeiro jogo da série, ou seja, Guild Wars Prophecies. Neste momento, já existe o segundo jogo da série – Guild Wars Factions – e está previsto para o fim deste mês o lançamento do terceiro – Guild Wars Nigthfall. Foi o primeiro jogo online de grandes dimensões a não exigir o pagamento de uma mensalidade para ser jogado.
A primeira tarefa a realizar (depois de instalar o jogo, claro
) é criar uma personagem. Para isso, existem seis profissões à escolha: elementalist, mesmer, monk, warrior, ranger e necromancer. A profissão escolhida aquando da criação da personagem passa a ser a sua profissão primária, podendo no decorrer do jogo ser escolhida uma profissão secundária. A diferença entre ambas é que uma personagem usufrui de todas as capacidades da sua profissão primária mas não tem acesso ao atributo principal da sua profissão secundária. No meu caso, eu escolhi como profissão primária monk e como profissão secundária mesmer. Isso significa que, como monk, tenho capacidade de aplicar spells de protection e healing aos meus companheiros de batalha e, como mesmer, posso aplicar feitiços nos meus inimigos para os confundir e até infligir danos. O facto de completarmos missões concede-nos pontos de experiência, que nos permitem ir evoluindo ao longo dos níveis e melhorar as nossas competências. De momento estou a investir mais na vertente de healing, uma vez que maridão tem as mesmas profissões que eu e está a investir mais em protection.
Como é óbvio, aquilo é um mundo e nós só conhecemos uma ínfima parte, além de sermos fraquinhos… afinal, só estamos no nível 10. Mas o que mais me agrada é que andava há muito tempo à procura de um jogo que nos permitisse jogar cooperativamente e finalmente encontrei
. Fica aí em baixo uma lista de links sobre Guild Wars, utéis especialmente para rookies como nós:
16/10/2006
Posted by Rita in Canadá.add a comment

Há muito que não escrevo algo sobre o tema de sempre. Na verdade, até evito, porque já é suficiente passarmos o tempo a falar disso. Mas pronto, para variar, vou falar um pouco sobre isso. Hoje de manhã, quando estava na minha passagem periódica pelo site do CIC, reparei que houve alterações no processo via Quebec. As regras que fazem a selecção dos trabalhadores qualificados foram alteradas no sentido de melhor traduzirem as necessidades da província e entraram em vigor em 16 de Outubro. Essas alterações podem ser visíveis no teste online que permite aos candidatos saberem se satisfazem os pré-requisitos e se podem submeter uma candidatura oficial. Basicamente, as alterações visam permitir a selecção de candidatos que não possuam qualificação universitária mas que, apesar disso, sejam necessários no Quebec. No site Immigration-Québec, é possível consultar o comunicado oficial sobre estas alterações, assim como uma lista das formações aceites e das respectivas pontuações para o processo.
Afinal, blog também é informação…
Dolce far niente 15/10/2006
Posted by Rita in Dia-a-dia, Informática.add a comment
Esta foi uma semana complicada. Para resumir o assunto, digamos que a meio da semana ficámos a saber que as nossas propostas para a tese de mestrado não tinham sido aceites com a explicação de que estariam fora do prazo de submissão. Como é óbvio, ficámos completamente de rastos: tínhamos parado de fazer um trabalho que estava bem encaminhado por nos terem dito que não haveria problema neste campo, e agora somos recusados e nem podemos fazer a tese nem podemos entregar o trabalho que não acabámos?? Foi muito mau, mesmo. Tive que ir falar com o professor responsável, sem saber bem o que lhe dizer se ele era “todo-poderoso” e já tinha tomado a decisão dele. Somando a tudo isto o facto de diplomacia não ser o meu forte e de eu não ser do tipo de pessoa que anda sempre de volta dos professores a pedir mais umas décimas ou mais isto ou mais aquilo… foi muito mau mesmo. Julguei que fosse desta vez que os meus nervinhos iam ficar todos completamente desalinhados, fora do sítio e irremediavelmente danificados. No fim de tudo isto, veio-se a descobrir que afinal tinha sido um mal-entendido, que o professor não tinha percebido a especificidade do nosso caso e tinha que avaliar novamente o caso. E eu só pensava “E eu mereço, devo merecer, de certeza, porque senão não me acontecia…”.
Pronto, como é fácil de deduzir pelo tom com que conto isto, o professor reconsiderou a sua decisão e aprovou as propostas. Isso significa que finalmente temos luz verde para começar a trabalhar. No primeiro semestre, é suposto investigarmos sobre o tema da tese e escrevermos um overview sobre ele, que é das coisas que eu mais gosto de fazer
. O único problema é que deve ser escrito em inglês. Não é que eu tenha problemas com isso, simplesmente implica um muito menor rendimento… como é óbvio, não tem comparação a velocidade e fluidez com que escrevo em português e com que escrevo em inglês, n’é? Para mim o pior mesmo é não conseguir manter o estilo de escrita em inglês que, como é óbvio, a nível de construção frásica não tem nada a ver com português. Sim, eu sei, sou muito picuinhas e tenho muita mania na minha escrita
.
Enquanto isso, hoje é domingo, fim-de-semana e portanto, tal como diz o título, dolce far niente… É isso e jogar Guild Wars, mas sobre isso podemos falar noutro dia… 
Novidades fresquinhas 08/10/2006
Posted by Rita in Dia-a-dia.add a comment
Ora bem, novidades:
- Ao fim de um mês, regressámos à nossa casa. Já está tudo limpo e arrumado, a minha mãe esteve cá durante três dias para me dar uma mãozinha e neste momento já estou a teclar da minha secretária, no meu computador e na minha casa. There’s no place like home…
- Já reabasteci a minha dispensa e finalmente posso dedicar-me a cozinhar as minhas receitas saudáveis e com controlo calórico. Para o almoço tivemos pizza enrolada de atum, com apenas 242 kcal por dose, e para o jantar vamos ter chow min. Como eu gosto de cozinhar!…Como já devem ter reparado, não falei mais do trabalho final de curso. Pois é, mas isso não quer dizer que ele esteja acabado. Ah pois é, muito pelo contrário! Eu vou explicar brevemente: a partir deste ano, entrou em vigor no ensino superior uma reforma geral motivada pelo tratado de Bolonha, que obriga a um alinhamento das metodologias de ensino em toda a Europa e, consequentemente, a alterações nos currículos. Para o público, as alterações resumem-se basicamente a passar a ser possível ter uma licenciatura em 3 anos e um mestrado em 5 anos, quando anteriormente eram necessários 5 anos para a maioria das licenciaturas. Na realidade, na maior parte das universidades o processo está a ser complicado, especialmente nos casos de transição como o nosso. Este ano a reforma de Bolonha entra em vigor para os alunos que ingressam no 1º ano mas, como nós ainda não acabámos o curso, temos a possibilidade de fazer mais uma cadeira e a dissertação de tese e terminar com mestrado. Pronto, a possibilidade nós temos, ninguém sabia bem era o que devíamos fazer (so damn typical). Quando nos faltava uma semana para entregar o trabalho final de curso, fomos falar com o coordenador do curso que nos disse que o que tínhamos que fazer era NÃO entregar o trabalho e escolher tema para a dissertação. A nossa cara foi mesmo “não, espera, não pode ser, dizem-me isso agora quando eu passei as férias do Verão a trabalhar nisso, durmo 5 horas por noite há quase um mês, estou aqui num stress do camandro…”. Portanto, o que aconteceu foi que o tema do trabalho final de curso ficou para maridão e eu tenho um tema novo para trabalhar, e se tudo correr bem para o ano por esta altura já seremos “meistres”. A pergunta que se impõe é mesmo “Porque é que ninguém me avisou antes?!”.
Mas chega de falar de trabalho, que eu vou esticar-me no sofá a ver televisão…