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Véspera de amanhã 30/11/2006

Posted by Rita in Dia-a-dia.
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Acabei de fazer a limpeza da casa emoticon A semana passada resolvi armar-me em esperta e dizer que, coiso e tal, nós não sujamos muito, enfim, e acabei por não limpar nada. Mas esta semana tinha que ser! Primeiro porque precisava, segundo porque amanhã é feriado e assim ter um dia extra com maridão em casa e terceiro porque amanhã vou fazer a árvore de Natal! Por último, amanhã é um dia especial, e por isso tinha que ter tudo limpo e arrumado… para o poder gozar ainda mais emoticon

Mais pormenores amanhã… 

País em alerta 27/11/2006

Posted by Rita in Dia-a-dia.
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Este ano S. Pedro resolveu compensar-nos por todos os outros em que foi forreta e o tempo de chuva continua. Desde há dois dias que vários distritos do norte e a zona do Ribatejo estão em alerta laranja. Têm havido mesmo várias inundações por todo o país, a ponto de haver localidades onde a água entrou pelas casas e atingiu 1,5 m. Para piorar o caso, os rios estão acima do seu nível normal, as barragens estão cheias e têm que fazer descargas e a chuva raramente para, só varia de intensidade. Há muito tempo que não me lembro de um Inverno tão chuvoso… e eu lembrar-me-ia, porque o frio não me chateia mas o-d-e-i-o chuva. E estou agora a ver na TV, a previsão de chuva forte mantém-se para hoje, com perspectivas de melhoria a partir de amanhã.

Felizmente não preciso de sair de casa… já tinha dito que abomino chuva? emoticon 

Corre-corre 22/11/2006

Posted by Rita in Dia-a-dia, IST.
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Ontem foi um dia agitado. De manhã tinha combinado encontrar-me com a orientadora do mestrado para ela assinar uns papéis que eu tinha que entregar impreterivelmente até ao fim do dia de ontem, sob pena de a secretaria considerar que nós tínhamos desistido do trabalho final emoticon Para começar, o metro resolveu não cooperar, pelo que cheguei atrasada para aí 10 minutos. Depois verificou-se que os papéis tinham um erro, e vá da Rita ir à secretaria dizer para fazer papéis novos, pegar dos ditos cujos e levar novamente à professora. Depois disso, tive que ir levar a maridão os papéis que ele precisava de assinar. Aproveitei e almocei com ele – essa foi a parte boa emoticon. Voltei para a universidade, esperei que a secretaria abrisse e lá deixei finalmente os malfadados papeís!!

A seguir, fui para a clínica de oftalmologia pois passam hoje duas semanas da operação e tinha uma consulta marcada. Cheguei lá ainda 15 minutos antes da hora marcada mas tive que esperar mais que uma hora pela consulta emoticon. Chegou uma altura em que estava quase a deixar-me dormir, depois de tanto tempo sentada, parada e de ter passado a manhã inteira a andar de um lado para o outro… Felizmente o balanço da consulta foi muito bom: estou a recuperar bastante bem, já tenho cerca de 60% de visão no olho direito e o médico disse que só esperaria para aí 30% emoticon. Melhor que isso ainda, tenho que voltar lá em Janeiro porque ainda é normalíssimo que melhore mais, tem é que se lhe dar tempo… afinal ainda só passaram duas semanas…

Depois disso, como é Inverno e às 17h já é noite, lá fui eu para a paragem do autocarro assim meio desconfiada. Felizmente quando ia a descer a rua vi um autocarro que ia para onde eu queria a passar, mandei uma corrida (mais uma) e lá o apanhei. Assim não tive que ficar à espera na paragem à noite, thank God

E foi assim o meu dia de ontem… emoticon 

Dia do não-fumador 17/11/2006

Posted by Rita in Dia-a-dia.
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Qualquer dia é bom para felicitar maridão, mas este tem um motivo especial. Hoje é dia nacional do não-fumador, um clube para o qual maridão se passou há praticamente três anos. Ele começou a fumar quando esteve na academia da força aérea e fumava quando o conheci. Nunca fumou muito, mas era um hábito muito enraizado. Nunca o forcei a deixar de fumar nem tentei convencê-lo. Primeiro, porque o conheço e sei que não serviria de nada emoticon Segundo, porque isso é algo que deve partir do próprio, caso contrário está condenado ao fracasso. Basicamente, ele tomou a decisão e aproveitou uma mudança de ambiente de trabalho para começar a abandonar o vício. Teve alguma ajuda, na medida em que não foi “a frio” mas sim faseadamente, com adesivos com concentrações progressivamente menores de nicotina. E não foi fácil, claro. Durante o primeiro mês ainda fumou algumas vezes às escondidas, passou algum tempo irritável e, segundo ele disse, levou muito tempo a habituar-se à ausência do cigarro nas situações em que ele era suposto estar presente.  Por exemplo, costumava acender um cigarro mal entrava no carro, quando precisava de pensar num ponto complicado do trabalho… Mas tudo isso é passado emoticon Hoje em dia nunca se lembra de semelhante coisa e estou muito contente por isso, especialmente pela saúde dele.

Portanto, para quem estiver aí e quiser fazer o mesmo, pelo menos tentem. E não há problema nenhum em tentar as vezes que for preciso. O que interessa é o resultado. Certo?